"Se fosse fácil era para os outros", de Rui Cardoso Martins

Rui Cardoso Martins é bem conhecido pelas suas crónicas no Jornal "Público" desde há largos anos a esta parte. O seu estilo de escrita escorreita, divertida e ritmada, mas também grave e introspetiva, não deixa ninguém indiferente.

Depois de dois romances de que gostei muito! "E se Eu Gostasse Muito de Morrer" e "Deixem passar o Homem Invisível" este é o terceiro romance de Rui Cardoso Martins. Como costumam dizer os autores, todos os livros são autobiográficos, e este não foge à regra. Depois de ter vivido um momento particularmente complicado na sua vida este é um livro intenso e pleno de emoções e situações inesperadas, até ao limite do imaginável.

Da sua leitura recordo o humor, a emoção, a loucura e a história de uma viagem muito bem contada. Vale mesmo a pena.

Veja tudo aqui, ou clicando na capa ou no título do livro.


"Se fosse fácil era para os outros"


Sinopse:

O narrador parte com quatro amigos, todos eles a atravessarem uma fase menos boa nas suas vidas, para uma viagem através dos Estados Unidos da América. De Nova Iorque até ao Sul profundo e em seguida para o Norte, até às Cataratas do Niagara, já na fronteira com o Canadá, atravessam um país de profundos contrastes onde vão viver aventuras umas vezes divertidas, outras perigosas, se não mesmo fatais. A viagem é, para cada um deles, um encontro sem concessões consigo mesmo e com as memórias de vidas muito diferentes, em que tudo se joga e às vezes tudo se perde, mesmo a vida. SE FOSSE FÁCIL ERA PARA OS OUTROS, o terceiro romance de Rui Cardoso Martins, é uma leitura viva, empolgante, eficazmente servida por um estilo a que o autor nos tem habituado nos argumentos dos filmes e nas crónicas de jornal.

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