"O Teu Rosto Será o Último" de João Ricardo Pedro - Edição Kindle

A Leya publicou em meados de 2012, a versão Kindle do magnífico romance de João Ricardo Pedro: "O Teu Rosto Será o Último".

O romance venceu o prémio Leya 2011, é o primeiro romance deste autor contemporâneo português e a história da escrita deste livro é verdadeiramente inspiradora.

Engenheiro de profissão, João Ricardo Pedro viu-se no desemprego. Um dia depois disso ter acontecido decidiu começar a escrever um livro, tarefa à qual se dedicou a tempo inteiro, durante cerca de dois anos. Em cima do prazo-limite entregou o seu manuscrito para o Prémio Leya e, surpreendentemente, viria a conquistar esse mesmo prémio.

Mas independentemente da história que está na génese do livro posso dizer, porque o li, que se trata de um livro que vale mesmo a pena ler. A escrita é surpreendente, as histórias são muito interessantes e a linguagem é por vezes crua mas sempre certeira. Um livro muito bom, cheio de histórias que se cruzam com o Portugal dos últimos 35 anos e que não me canso de recomendar!

O Teu Rosto Será o Último (Portuguese Edition) [Kindle Edition]



A sinopse do editor:

Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu. Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial. Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?

Kindle Paperwhite - Vídeo de Apresentação

A Amazon lançou recentemente o novo Kindle Paperwhite, que apresenta um novo ecrã com retro-iluminação, que permite ler em locais com iluminação mais reduzida.

Embora neste momento ainda não seja possível encomendar este modelo para Portugal, por razões relacionadas com a procura do novo modelo, creio, dentro de poucos meses isso deverá acontecer.

Não há qualquer tipo de limitação técnica ou relacionada com os direitos de autor que impeça a sua venda para Portugal, pelo que prevejo que mais perto do Natal ou um pouco depois, após diminuir a pressão da procura no mercado americano, possamos encomendar este modelo para venda em Portugal.

Veja aqui no Kindle Portugal o vídeo sobre o novo Kindle Paperwhite, agora com ainda maior contraste e facilidade de leitura em locais com iluminação reduzida - Clique aqui ou na foto, para ver o vídeo.





Francisco Moita Flores - Edição Kindle - Português

A Casa das Letras editou vários livros de Francisco Moita Flores para o Kindle.

Aqui ficam os 4 livros, para continuar a ler em português no Kindle ou na Aplicação Kindle.


«Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título A Ferreirinha. Narra a epopeia da luta contra a filoxera, uma praga que, na segunda metade do século XIX, ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que, por toda a Europa, surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal.O autor criou um bacharel detective - Vespúcio Ortigã - que, na Régua, persegue um serial killer, confrontando-se com o medo, com as superstições, com as crenças do Portugal Antigo que, temente a Deus e ao Demónio, estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção, é certo, mas também um retalho de vida feita de muitos caminhos que a memória vai aconchegando conforme pode.Francisco Moita Flores é um especialista na área da criminologia e tem escrito obras de grande sucesso quer em livro quer para televisão. A crítica considera-o um dos melhores argumentistas portugueses e algumas das suas séries são marcos de excelência da ficção portuguesa, como foi o caso d`A Ferreirinha. Pese o facto de ter dedicado a sua vida ao estudo da violência, da polícia e à ficção, é a primeira vez que escreve um romance policial. A acção decorre no século XIX, nos primórdios da investigação criminal como hoje a conhecemos. Uma história emocionante ocorrida nas vinhas do Douro num tempo que abriu as portas da ciência e do conhecimento ao tempo que é o nosso presente.»

O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918. Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica. Os resultados são inesperados e (Morro Bem. Salvem a Pátria?) é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos. E sendo polémico, é terno, protagonizado por personagens que poucos escritores sabem criar. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, Moita Flores provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento. Um romance que vem da História. Uma história única para um belo romance.



De repente, o País ficou de sobrolho carregado. Zangado. A bancarrota revolveu os intestinos da política e entregou ao Povo um sarilho cheio de fome. A democracia, com a barriga cheia de teias de aranha, desatou a vomitar vermes. De testa franzida. Fazedores de milagres. Gente que perdeu a virtude do riso. Portugal transformou-se num protectorado alemão e o Zé Francisco, velho anarquista, exilado em Paris, com os seus amigos de sempre, vindos de todos os lados da política decidiram criar um novo partido político, dispostos a ganhar as próximas eleições. Um grupo de vadios intelectuais, sem eira nem beira, olhando desesperados para os sonhos antigos desfeitos em cinzas. E avançam, munidos de armas terríveis. A mais letal de todas elas é a gargalhada. Sem programa político, que é caro e ninguém lê, distribuem arroz PUN, provocam o riso e os vadios riem de si próprios. A democracia dos homens sisudos e sérios, cheia de cangalheiros formatados no mesmo fato de ideias feitas, estremece. A Direita e a Esquerda, ou vice-versa, embasbacam perante este movimento que sacode o país e lhe mata a fome. No meio da desorientação a polícia erra os alvos e os comentadores estrebucham quando são confrontados com um bando de bem dispostos.



«Este livro completa a trilogia que planeei quando escrevi "O Carteirista que Fugiu a Tempo", que continuei com "Não há lugar para Divorciadas" e que se fecha agora com "Em memória da Albertina, que Deus haja!" É sobre o sistema judiciário. Azimute é um simplório que passa a vida na prisão porque o seu processo está em perpétuo recurso e porque não tem telemóvel, o que impossibilita que o seu caso seja investigado. Sem escuta telefónica não há investigação. Muito menos sem carta anónima. (...)» - Francisco Moita Flores

Grupo Leya publica livros para o Kindle

O principal grupo editorial português, o Grupo Leya, que é constituído por 17 editoras, começou em meados do corrente ano a publicar edições de autores portugueses para o Kindle.

É uma excelente notícia, há muito aguardada pelos proprietários de um Kindle, ou simplesmente pelos utilizadores da aplicação Kindle para iPad, iPhone, Android etc.

Assim, ao longo dos próximos dias irei aqui divulgar algumas das obras, de autores portugueses e estrangeiros contemporâneos agora disponíveis para o Kindle.

As edições são da Casa das Letras (que herdou o catálogo da Editorial Notícias) e os primeiros títulos que apresento são vários livros de Domingos Amaral. Clique nas capas ou nos nomes dos livros para os ver em detalhe.

"Lisboa, 1941. Um oásis de tranquilidade numa Europa fustigada pelos horrores da II Guerra Mundial. Os refugiados chegam aos milhares e Lisboa enche-se de milionários e actrizes, judeus e espiões. Portugal torna-se palco de uma guerra secreta que Salazar permite, mas vigia à distância. Jack Gil Mascarenhas, um espião luso-britânico, tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazis que actuavam por todo o país, do Estoril ao cabo de São Vicente, de Alfama à Ericeira. Estas são as suas memórias, contadas 50 anos mais tarde. Recorda os tempos que viveu numa Lisboa cheia de sol, de luz, de sombras e de amores. Jack Gil relembra as mulheres que amou; o sumptuoso ambiente que se vivia no Hotel Aviz, onde espiões se cruzavam com embaixadores e reis; os sinistros membros da polícia política de Salazar ou mesmo os taxistas da cidade. Um mundo secreto e oculto, onde as coisas aconteciam "enquanto Salazar dormia", como dizia ironicamente Michael, o grande amigo de Jack, também ele um espião do MI6. Num país dividido, os homens tornam-se mais duros e as mulheres mais disponíveis. Fervem intrigas e boatos, numa guerra suja e sofisticada, que transforma Portugal e os que aqui viveram nos anos 40."







"Os Cavaleiros de São João Baptista" é um policial onde o crime se cruza com o amor, o sexo se mistura com a ganância e se descobrem segredos da História de Portugal e de uma relíquia antiga que todos pensam ter sido roubada."



Em 1975, no auge do Verão Quente, com Portugal à beira de uma guerra civil, Julieta é encontrada inanimada e cega, depois de cair pela escada, na sua casa de família na Arrábida. E, num dos quartos do primeiro andar, são descobertos, já mortos, o seu marido, Miguel, e a sua irmã, Madalena. Seminus e ambos atingidos com duas balas junto ao coração, as suas mortes levam o tribunal a condenar Julieta pelo duplo homicídio. Vinte e oito anos depois, em 2003, a cegueira traumática de Julieta desaparece e ela volta a ver. Começa também a recordar-se de muitos pormenores daquela tarde trágica em que aconteceu o crime, e em conjunto com Redonda, a sua bonita filha, e o narrador da história, vão tentar reconstituir e desvendar o terrível segredo da Arrábida, que destrui aquela família para sempre. Quem matou Miguel e Madalena e porquê? Será que eles eram mesmo amantes, como a polícia suspeitou? Será que Julieta descobriu a traição infiel do marido e da irmã? Ou será Álvaro, ex-marido de Madalena e um dos «Capitães de abril», o mandante daquele crime?


Amor à 1.ª Vista

«Ela era famosa, ela era conhecida, ela era bonita, ela tinha um corpo magnífico. Porque não aproveitar aquele momento em que podiam estar perto dela e vê-la? Vê-la ao vivo, não como nos outros dias, mas vê-la mesmo ali ao lado deles, a dançar, encostada ao balcão e falar com ele, ou mesmo a caminho de algum lado. A deslizar, como ele dizia que andava. Raquel era «alguém», era uma «personagem», uma menina que o país adorava ver, todas as Quartas-feiras à noite, depois da telenovela. A televisão faz isto às pessoas. Torna-as impossíveis, pensou ele. Impossíveis para os outros. Odiava ser namorado dele, pensou. Adorava ser namorado dela, pensou.» Críticas de imprensa «Amor à Primeira Vista compromete-nos a todos - os que lemos jornais, vemos concursos de televisão, assistimos ao jogo e à corrupção na vida política. À primeira vista, de facto, trata-se de um thriller - onde são visíveis os traços de Portugal contemporâneo apreciados e comentados por personagens que vivem ao nosso lado. Uma apresentadora de televisão (que o leitor até pode identificar...) é o primeiro sinal de que estamos diante de um chamado efeito real. Depois seguem-se jornalistas, ministros e até falsificadores negociantes de arte.» Filipa Melo, Ler



Livros Grátis na Amazon

Confira aqui uma listagem de livros actualmente grátis na Amazon.

A qualquer momento os preços podem ser alterados.



Preços do Kindle - Envio para Portugal

Conforme já tinha indicado há algum tempo, passo a indicar os preços actualizados do Kindle, encomendados para Portugal (através do site Amazon.com). Recordo que as lojas Amazon do Reino Unido, França, Espanha, Itália e Alemanha não enviam Kindles para Portugal.

Quem está em Portugal e deseja comprar um Kindle terá de o encomendar na loja americana da Amazon ou seja em Amazon.com.

Vejamos então os modelos que podem ser encomendados para moradas de Portugal e os respectivos preços:

1. Kindle Touch
Neste momento não disponível para envio para Portugal.


2. Kindle - 6 polegadas E Ink, Wi-Fi

Valor Final em Euros: 108,48 Eur - entrega em sua casa via DHL.
O valor em causa inclui despesas de transporte e direitos alfandegários.



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